Filme feito em casa inclui família do diretor em reflexão sobre o cotidiano e o fazer cinematográfico.

Primeiro longa dirigido por Bruno Risas, "Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu" ficcionaliza o dia a dia real de uma família afetada pelo desemprego e pelas dificuldades financeiras. Certo dia, a mãe desaparece, aparentemente abduzida por forças alienígenas.

Segundo o diretor, o filme parte de um desejo de “esmiuçar o processo de formação de nosso imaginário nesse país inventado, de encarar de frente as contradições e as violências que o formam”.

Da seleção da Mostra Aurora, na 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, este é o título com o maior currículo até aqui: foi eleito melhor projeto Work in Progress no Festival de Brasília (2018), dentro da Mostra Futuro do Brasil, e melhor Work in Progress no PuertoLab, do Festival Internacional de Cinema de Cartagena (2019). Além disso, foi exibido no Festival de Torino 2019, dentro da Mostra Waves. Já tem distribuição no circuito comercial garantida pela Vitrine Filmes em 2020.

Na entrevista que gravamos com Bruno, equipe e família, eles falam sobre o surgimento do projeto, onde ele se encaixa entre outros filmes híbridos no atual cenário do cinema brasileiro e como os familiares de Bruno toparam a proposta de serem personagens do longa e como eles se viram na tela depois do filme ficar pronto.

- Leia a crítica do filme escrita por Renato Silveira.

- Confira toda a nossa cobertura da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

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